sábado, 7 de junho de 2014

Apresentação do dia 02/06

Linguagem Oral e Escrita

A ação da escrita se inicia na nossa vida muito antes do que imaginamos, isso porque vivemos em constante contato com cartazes, placas, em locais públicos, livros a até mesmo na televisão. Por isso a necessidade das Instituições de ensino se organizarem nas suas atividades e propostas pedagógicas.

A linguagem oral está presente no cotidiano e na prática das instituições de educação infantil à medida que todos participam: crianças e adultos, falam se comunicam entre si, expressando sentimentos e ideias. As diversas instituições concebem a linguagem e a maneira como as crianças aprendem de modos bastante diferentes.

Os objetivos, conteúdos da linguagem oral e escrita são baseados no RCNEI:
Objetivos
Crianças de zero a três anos
• participar de variadas situações de comunicação oral, para interagir e expressar desejos, necessidades e sentimentos por meio da linguagem oral, contando suas vivências;
• interessar-se pela leitura de histórias;
• familiarizar-se aos poucos com a escrita por meio da participação em situações nas quais ela se faz necessária e do contato cotidiano com livros, revistas, histórias em quadrinhos etc.
Crianças de quatro a cinco anos
Para esta fase os objetivos deverão ser aprofundados e ampliados.
• ampliar gradativamente suas possibilidades de comunicação e expressão, interessando-se por conhecer vários gêneros orais e escritos e participando de diversas situações de intercâmbio social nas quais possa contar suas vivências, ouvir as de outras pessoas,
elaborar e responder perguntas;
• familiarizar-se com a escrita por meio do manuseio de livros, revistas e outros portadores de texto e da vivência de diversas situações nas quais seu uso se faça necessário;
• escutar textos lidos, apreciando a leitura feita pelo professor;
• interessar-se por escrever palavras e textos ainda que não de forma convencional;
• reconhecer seu nome escrito, sabendo identificá-lo nas diversas situações do cotidiano;• escolher os livros para ler e apreciar.

Conteúdos
Crianças de zero a três anos
• Uso da linguagem oral para conversar, comunicar-se, relatar suas vivências e expressar desejos, vontades, necessidades e sentimentos, nas diversas situações de interação presentes no cotidiano.
• Participação em situações de leitura de diferentes gêneros feita pelos adultos, como contos, poemas, parlendas, trava-línguas etc.
• Participação em situações cotidianas nas quais se faz necessário uso da leitura e da escrita.
• Observação e manuseio de materiais impressos, como livros, revistas, histórias em quadrinhos etc.
Crianças de quatro a cinco anos
Falar e Escutar
• Uso da linguagem oral para conversar, brincar, comunicar e expressar desejos, necessidades, opiniões, ideias, preferências e sentimentos e relatar suas vivências nas diversas situações de interação presentes no cotidiano.
• Elaboração de perguntas e respostas de acordo com os diversos contextos de que participa.
• Participação em situações que envolvem a necessidade de explicar e argumentar suas ideias e pontos de vista.
• Relato de experiências vividas e narração de fatos em sequência temporal e causal.
• Reconto de histórias conhecidas com aproximação às características da história original no que se refere à descrição de personagens, cenários e objetos, com ou sem a ajuda do professor.
• Conhecimento e reprodução oral de jogos verbais, como trava-línguas, parlendas, adivinhas, quadrinhas, poemas e canções.
Práticas de Leitura
• Participação nas situações em que os adultos leem textos de diferentes gêneros, como contos, poemas, notícias de jornal, informativos, parlendas, trava-línguas etc.
• Participação em situações que as crianças leiam, ainda que não o façam de maneira convencional.
• Reconhecimento do próprio nome dentro do conjunto de nomes do grupo nas situações em que isso se fizer necessário.
• Observação e manuseio de materiais impressos, como livros, revistas, histórias em quadrinhos etc., previamente apresentados ao grupo.
• Valorização da leitura como fonte de prazer e entretenimento.
Práticas de Escrita
• Participação em situações cotidianas nas quais se faz necessário o uso da escrita.
• Escrita do próprio nome em situações em que isso é necessário.
• Produção de textos individuais e/ou coletivos ditados oralmente ao professor para diversos fins.
• Prática de escrita de próprio punho, utilizando o conhecimento de que dispõe, no momento, sobre o sistema de escrita em língua materna.
• Respeito pela produção própria e alheia.


As orientações didáticas deve se guiar pelos seguintes pressupostos: compreender a fala, responder de maneira coerente para estabelecer uma ponte de comunicação, reconhecer o esforço da criança em tentar compreender. E também exige do professor a escutar as crianças, expressões, atos, entre outros sempre está atento os gestos que a criança faz. Nem sempre a fala direta da criança quer expressar o que ela fala quer dizer, por isto a atenção e sensibilidade são indispensáveis ao ouvinte, para que consiga perceber o que de fato ela quer dizer.
Crianças com deficiência (auditiva, paralitica e autista) não desenvolvem completamente suas habilidades comunicativas, desta forma a inclusão destas crianças em atividades comuns com o restante das crianças, auxilia muito o desenvolvimento destas habilidades.
É dever do professor da educação infantil integrar estas crianças ao cotidiano da sala e ao grupo. Pois crianças com deficiência auditivas, por exemplo, se fazem entender de diversas formas.
E cabe ao professor buscar meios de se fazer entender e compreender esta criança, se fazendo valer das várias formas de expressão disponíveis, porém sem deixar de lado o acompanhamento especializado.
É importante criar um clima de respeito, confiança e afeto, para as crianças se sintam seguras e percebam suas necessidades e o prazer de comunicar-se, e o apoio do adulto.



terça-feira, 3 de junho de 2014

Apresentação do dia 27/05

Raciocínio Lógico Matemático

Desde de muito pequenas as crianças tem contato com a matemática, isto porque, vivemos cercados por ela em todos os lugares, tudo envolve números, quantidades, espaços.

A matemática como os outros conteúdos também é favorecida pela repetição e memorização, através de sequências e de jogos que podem facilitar o aprendizado.

O desafio da matemática deve ser trabalhado de maneira que não pareça tão complexo para a criança, senso assim a partir de brincadeiras.

O domínio só vem com o tempo, mas é importante as crianças terem noção de quantidades e numerais, saber que ali pode ter 1 lápis ou 2, e que se ela quer 1 bolacha ou 2, usando como estratégia situações o cotidiano.

A linguagem matemática pode ser trabalhada através de conhecimentos que a criança já tem, isso faz com que ela avance gradativamente. O aprendizado nesta área é um processo contínuo.

 A contagem oral ajuda com que tudo seja assimilado de um modo mais preciso, e com fácil memorização para isso podemos usar vários métodos um deles a música.

Fazer comparações, brincar com números e identificação são alguns dos conteúdos que podem ser usados, o contado com números são diversos, na rua em placas, casas, na TV em jogos de futebol e nas cantigas de roda.

O ambiente da sala de aula também pode estimular, não somente com o calendários mas outras estratégias podem ser utilizadas como fonte de ensino.

Considera-se que as experiências que as crianças já tem, pode estabelecer uma ponte neste bloco de aprendizado matemático.



sexta-feira, 23 de maio de 2014

Apresentação do dia 19/05







Natureza e Sociedade
Realizamos um passeio em torno da faculdade e discutimos juntas os aspectos da natureza e da sociedade. Analisamos fatores mutáveis que ocorreram de acordo com a necessidade humana.
Ainda falamos, sobre nossas histórias de vida e gostos por animais e frutas!
foi lindo e produtivo!
Todas gostaram!!!


quarta-feira, 21 de maio de 2014

Apresentação do dia 12/05/2014

                                Artes Visuais

Artes visuais estimula o pensamento,a sensibilidade,imaginação,a percepção, ela traça percurso de criação e construção individual que envolve várias escolhas.


Apresentação dia 28/04/2014

 

  Musicalidade

A música representa uma importante fonte de estímulos, equilíbrio e felicidade para a criança. Assim, na Educação Infantil os fatos musicais devem induzir ações, comportamentos motores e gestuais (ritmos marcados caminhando, batidos com as mãos, e até mesmo falados), inseparáveis da educação perceptiva propriamente dita,como as meninas apresentaram em aula...

 

Apresentação do dia 21/04/2014

 

                        Movimento

 

O movimento se faz muito importante na vida de uma criança,pois para ela não é um simples movimento e sim uma forma que ela tem para interagir com o mundo.
 

Apresentação do dia 14/04/2014


 

    Identidade e Autonomia

    As meninas explicaram muito bem como que se dá a autonomia da criança,que o professor é fundamental para que isso ocorra,pois é necessário que o professor estimule a aprendizagem da criança,assim deixando objetos de seu uso próximos a elas.E para sua identidade ,o professor deve fazer algumas atividades como:Rodas de converça,brincadeiras que façam as crianças interagirem e trocarem informações.Aqui estão algumas fotos de como foi a aula.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

AULA 6 - 01/04 AULA DE ASSESSORIA SEMINÁRIO RCNEI

Hoje tivemos aula com assessoria para os seminários a serem apresentados a partir do dia 15/04.

AULA 5

APRESENTAÇÕES EM SALA DE AULA

Realizamos as  apresentações dos cartazes do tema ESPAÇO IEI onde  tivemos exemplos ilustrados de cada cantinho de uma instituição infantil. Vamos lá

PRÉ-ESCOLA: Deve ser uma sala bem divertida,colorida,contendo alfabeto,numeral para já criar o incentivo da aprendiz agem as cadeiras com os nomes dos alunos onde eles já vão se adaptando,cantinho da leitura para interagir uns com os outros e um espaço para lazer para atividades como por exemplo de música,teatro e etc...

MATERNAL I: Composta pelo fraldário,higiene,solário para brincadeiras e objetos que incentivem,no exemplo do cartaz da sala um tapete para estimular o andar.

BERÇÁRIO: Cantinho onde os bebês dormem,brinquedos que não machuquem  para a segurança deles e espelhos para incentivar a curiosidade  e o conhecimento de si mesmo.

MATERNAL: Móveis na altura da criança,espaços criativos para brincadeiras em sala,rádio,colchonetes para o soninho e uma área verde(parque).

MATERNAL III: Jogos educativos,cantinho do brincar,alfabeto,livros para narração de contos e mesas e cadeiras para exposição de trabalhos.

PRÉ-ESCOLA I: Canto de brinquedos diversificados,espaço para brincadeiras , leitura e uma TV para interação.

PARQUE: Área verde com circuito,desafiador,caixa de areia para brincadeiras e narração de historias e um espaço para correr.

REFEITÓRIO: Mesas,espaço para cantina com pratos e copos de plástico para evitar acidentes.

LACTÁRIO/SOLÁRIO: Espaço de higiene e preparações de mamadeiras e espaço para as crianças brincarem e tomarem um sol.

Este foi um pouco do que ilustramos em cartazes de acordo com o que aprendemos!

AULA 5 - 24/03 CARTAZES ESPAÇO EDUCAÇÃO INFANTIL




















Foi um belo trabalho!

AULA 4- 17/03

AULA SOBRE O ESPAÇO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A aula de hoje hoje foi sobre O espaço na educação infantil.
Utilizamos textos do livro Os fazeres na educação infantil de Rosseti-Ferreira para estudo, além da exposição oral e dialogada.
Após o estudo a turma foi dividida em grupos e cada um ficou responsável por elaborar um cartaz com os espaços das IEI.
Confira a turma trabalhando:



AULA 3 - 10/03/2014

Perguntas sobre o texto entregue na sala de aula.

1- No Brasil ocorrem barbáries como trabalho infantil, exploração sexual, o uso imundo que o trafico de drogas traz para menores carentes e outros. Cite exemplos de outros países e suas barbáries?
  Na Colômbia, os pequenos trabalham em minas de carvão; Na Índia, são vendidos aos cinco ou seis anos para a indústria de tecelagem. Na Tailândia, cerca de duzentos mil são roubados anualmente das suas famílias e servem à clientela doentia dos pedófilos. Na Inglaterra, os subúrbios miseráveis de Liverpool produzem os “baby killers”, crianças que matam crianças. Na África 40% das crianças, entre sete e quatorze anos trabalham.
 2- Quando foi instalado o ensino público? No inicio da colonização existiam escolas jesuítas e eram poucas e para poucos. O ensino público só foi instalado, e mesmo assim de forma precária, durante o governo do marquês de Pombal, na segunda metade do século XVIII. 
3- Como era visto no final do século XIX o trabalho infantil pelas camadas subalternas? 
 “A melhor escola”. ”O trabalho [explica uma mãe pobre] é uma distração para a criança. Senão estiver trabalhando vão inventar moda, fazer o que não presta. A criança deve trabalhar cedo”. E pior afogados hoje no trabalho. No nordeste quase 60% desses pequenos trabalhadores são analfabetos e entre eles a taxa de evasão escolar chega a 24%. No sul do país o cenário não é muito diferente. Trabalhando em lavouras domésticas ou na monocultura, as crianças interrompem seus estudos na época da colheita, demonstrando que estar inscrito numa escola primária, não significa poder frequenta-la plenamente. Assim, o trabalho, como forma de complementação salarial para as famílias pobres ou miseráveis, sempre foi priorizado em detrimento da formação escolar.
 4- Crianças foram transformadas em pequenas e precoces máquinas de trabalho no inicio do século XIX cite um exemplo: 
 Dos escravos desembarcados no mercado do Valongo, no Rio de Janeiro, 4% eram crianças, destas, apenas um terço sobrevivia até os 10 anos. A partir dos quatro anos, muitas delas já trabalhavam com os pais ou sozinhas, pois perder-se de seus genitores era coisa comum. Aos doze anos o valor de mercado dessas crianças já tinha dobrado. E por quê? Pois se considerava que seu adestramento já estava concluído e nas listas dos inventários já apareciam com sua designação estabelecida: Chico “ roça”, João “pastor”, Ana “mucama”. 
 5- Como foi no inicio do século com a explosão do crescimento urbano em cidades como São Paulo, e como a rua se tornou um meio de vida? 
 Com o crescimento urbano em cidades como São Paulo, jovens, dejetos do que fora o fim do escravismo. Encheram as ruas. Passaram a ser denominados “vagabundos”. Os primeiros “vagabundos” conhecidos eram recrutados pelos portos de Portugal, para trabalhar como intermediários entre os jesuítas e as crianças indígenas ou como grumetes nas embarcações que cruzavam o atlântico. No século XVIII, crianças vindas de lares mantidos por mulheres livres e forras, perambulavam pelas ruas vivendo de expedientes muitas vezes escusos,e de esmolas. As primeiras estatísticas elaboradas em 1900 já revelam que esses filhos da rua, então chamados de “pivetes” eram responsáveis por furtos, vadiagem e ferimentos, tendo na malícia e na esperteza as principais armas de sua sobrevivência. Hoje, quando interrogados pelo serviço social do Estado, dizem com suas palavras o que já sabemos desde o início do século: a rua é um meio de vida!



terça-feira, 25 de março de 2014

AULA 2- VÍDEO : A INVENÇÃO DA INFÂNCIA - 24/02/2014

O filme contempla diversos depoimentos com o intuito de retratar um desequilíbrio existente e que abala o conceito de infância em diferentes âmbitos, em um mesmo país. Deixando a entender que a infância nem sempre esteve presente na cultura e que a realidade atual não condiz com tal contexto. Mostra a desigualdade de crianças de familias de diferentes poder aquisitivo, onde as familias de baixo poder aquisitivo tem indice de mortalidade maior e as crianças sobreviventes são obrigadas a trabalharem. O filme termina com a frase ''Ser criança não significa ter infância'' ela faz com que analisemos o passado, presente e o futuro de nossas crianças.
AULA 1 - HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO INFANTIL - 17-02-2014
A  Educação Infantil nas últimas décadas tem sido expansiva.
A constituição Federal reconhece o dever do estado e o direito da criança de ser educada  em creches e pré-escolas. A educação Infantil é definida como primeira etapa da Educação básica pela lei das diretrizes e Bases da Educação Nacional, indicando como sua finalidade o desenvolvimento integral da criança de 0 a 6 anos em todos os seus aspectos e em junção com a ação da família e sociedade.