sexta-feira, 23 de maio de 2014
Apresentação do dia 19/05
Natureza e Sociedade
Realizamos um passeio em torno da faculdade e discutimos juntas os aspectos da natureza e da sociedade. Analisamos fatores mutáveis que ocorreram de acordo com a necessidade humana.
Ainda falamos, sobre nossas histórias de vida e gostos por animais e frutas!
foi lindo e produtivo!
Todas gostaram!!!
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Apresentação dia 28/04/2014
Musicalidade
A música representa uma importante fonte de estímulos, equilíbrio e felicidade para a criança. Assim, na Educação Infantil os fatos musicais devem induzir ações, comportamentos motores e gestuais (ritmos marcados caminhando, batidos com as mãos, e até mesmo falados), inseparáveis da educação perceptiva propriamente dita,como as meninas apresentaram em aula...
Apresentação do dia 14/04/2014
Identidade e Autonomia
As meninas explicaram muito bem como que se dá a autonomia da
criança,que o professor é fundamental para que isso ocorra,pois é
necessário que o professor estimule a aprendizagem da criança,assim
deixando objetos de seu uso próximos a elas.E para sua identidade ,o
professor deve fazer algumas atividades como:Rodas de
converça,brincadeiras que façam as crianças interagirem e trocarem
informações.Aqui estão algumas fotos de como foi a aula.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
AULA 6 - 01/04 AULA DE ASSESSORIA SEMINÁRIO RCNEI
Hoje tivemos aula com assessoria para os seminários a serem apresentados a partir do dia 15/04.
AULA 5
APRESENTAÇÕES EM SALA DE AULA
PRÉ-ESCOLA: Deve ser uma sala bem divertida,colorida,contendo alfabeto,numeral para já criar o incentivo da aprendiz agem as cadeiras com os nomes dos alunos onde eles já vão se adaptando,cantinho da leitura para interagir uns com os outros e um espaço para lazer para atividades como por exemplo de música,teatro e etc...
MATERNAL I: Composta pelo fraldário,higiene,solário para brincadeiras e objetos que incentivem,no exemplo do cartaz da sala um tapete para estimular o andar.
BERÇÁRIO: Cantinho onde os bebês dormem,brinquedos que não machuquem para a segurança deles e espelhos para incentivar a curiosidade e o conhecimento de si mesmo.
MATERNAL: Móveis na altura da criança,espaços criativos para brincadeiras em sala,rádio,colchonetes para o soninho e uma área verde(parque).
MATERNAL III: Jogos educativos,cantinho do brincar,alfabeto,livros para narração de contos e mesas e cadeiras para exposição de trabalhos.
PRÉ-ESCOLA I: Canto de brinquedos diversificados,espaço para brincadeiras , leitura e uma TV para interação.
PARQUE: Área verde com circuito,desafiador,caixa de areia para brincadeiras e narração de historias e um espaço para correr.
REFEITÓRIO: Mesas,espaço para cantina com pratos e copos de plástico para evitar acidentes.
LACTÁRIO/SOLÁRIO: Espaço de higiene e preparações de mamadeiras e espaço para as crianças brincarem e tomarem um sol.
Este foi um pouco do que ilustramos em cartazes de acordo com o que aprendemos!
AULA 4- 17/03
AULA SOBRE O ESPAÇO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
A aula de hoje hoje foi sobre O espaço na educação infantil.
Utilizamos textos do livro Os fazeres na educação infantil de Rosseti-Ferreira para estudo, além da exposição oral e dialogada.
Após o estudo a turma foi dividida em grupos e cada um ficou responsável por elaborar um cartaz com os espaços das IEI.
Confira a turma trabalhando:



A aula de hoje hoje foi sobre O espaço na educação infantil.
Utilizamos textos do livro Os fazeres na educação infantil de Rosseti-Ferreira para estudo, além da exposição oral e dialogada.
Após o estudo a turma foi dividida em grupos e cada um ficou responsável por elaborar um cartaz com os espaços das IEI.
Confira a turma trabalhando:



AULA 3 - 10/03/2014
Perguntas sobre o texto entregue na sala de aula.
1- No Brasil ocorrem barbáries como trabalho infantil, exploração sexual, o uso imundo que o trafico de drogas traz para menores carentes e outros. Cite exemplos de outros países e suas barbáries?
Na Colômbia, os pequenos trabalham em minas de carvão; Na Índia, são vendidos aos cinco ou seis anos para a indústria de tecelagem. Na Tailândia, cerca de duzentos mil são roubados anualmente das suas famílias e servem à clientela doentia dos pedófilos. Na Inglaterra, os subúrbios miseráveis de Liverpool produzem os “baby killers”, crianças que matam crianças. Na África 40% das crianças, entre sete e quatorze anos trabalham.
2- Quando foi instalado o ensino público? No inicio da colonização existiam escolas jesuítas e eram poucas e para poucos. O ensino público só foi instalado, e mesmo assim de forma precária, durante o governo do marquês de Pombal, na segunda metade do século XVIII.
3- Como era visto no final do século XIX o trabalho infantil pelas camadas subalternas?
“A melhor escola”. ”O trabalho [explica uma mãe pobre] é uma distração para a criança. Senão estiver trabalhando vão inventar moda, fazer o que não presta. A criança deve trabalhar cedo”. E pior afogados hoje no trabalho. No nordeste quase 60% desses pequenos trabalhadores são analfabetos e entre eles a taxa de evasão escolar chega a 24%. No sul do país o cenário não é muito diferente. Trabalhando em lavouras domésticas ou na monocultura, as crianças interrompem seus estudos na época da colheita, demonstrando que estar inscrito numa escola primária, não significa poder frequenta-la plenamente. Assim, o trabalho, como forma de complementação salarial para as famílias pobres ou miseráveis, sempre foi priorizado em detrimento da formação escolar.
4- Crianças foram transformadas em pequenas e precoces máquinas de trabalho no inicio do século XIX cite um exemplo:
Dos escravos desembarcados no mercado do Valongo, no Rio de Janeiro, 4% eram crianças, destas, apenas um terço sobrevivia até os 10 anos. A partir dos quatro anos, muitas delas já trabalhavam com os pais ou sozinhas, pois perder-se de seus genitores era coisa comum. Aos doze anos o valor de mercado dessas crianças já tinha dobrado. E por quê? Pois se considerava que seu adestramento já estava concluído e nas listas dos inventários já apareciam com sua designação estabelecida: Chico “ roça”, João “pastor”, Ana “mucama”.
5- Como foi no inicio do século com a explosão do crescimento urbano em cidades como São Paulo, e como a rua se tornou um meio de vida?
Com o crescimento urbano em cidades como São Paulo, jovens, dejetos do que fora o fim do escravismo. Encheram as ruas. Passaram a ser denominados “vagabundos”. Os primeiros “vagabundos” conhecidos eram recrutados pelos portos de Portugal, para trabalhar como intermediários entre os jesuítas e as crianças indígenas ou como grumetes nas embarcações que cruzavam o atlântico. No século XVIII, crianças vindas de lares mantidos por mulheres livres e forras, perambulavam pelas ruas vivendo de expedientes muitas vezes escusos,e de esmolas. As primeiras estatísticas elaboradas em 1900 já revelam que esses filhos da rua, então chamados de “pivetes” eram responsáveis por furtos, vadiagem e ferimentos, tendo na malícia e na esperteza as principais armas de sua sobrevivência. Hoje, quando interrogados pelo serviço social do Estado, dizem com suas palavras o que já sabemos desde o início do século: a rua é um meio de vida!
1- No Brasil ocorrem barbáries como trabalho infantil, exploração sexual, o uso imundo que o trafico de drogas traz para menores carentes e outros. Cite exemplos de outros países e suas barbáries?
Na Colômbia, os pequenos trabalham em minas de carvão; Na Índia, são vendidos aos cinco ou seis anos para a indústria de tecelagem. Na Tailândia, cerca de duzentos mil são roubados anualmente das suas famílias e servem à clientela doentia dos pedófilos. Na Inglaterra, os subúrbios miseráveis de Liverpool produzem os “baby killers”, crianças que matam crianças. Na África 40% das crianças, entre sete e quatorze anos trabalham.
2- Quando foi instalado o ensino público? No inicio da colonização existiam escolas jesuítas e eram poucas e para poucos. O ensino público só foi instalado, e mesmo assim de forma precária, durante o governo do marquês de Pombal, na segunda metade do século XVIII.
3- Como era visto no final do século XIX o trabalho infantil pelas camadas subalternas?
“A melhor escola”. ”O trabalho [explica uma mãe pobre] é uma distração para a criança. Senão estiver trabalhando vão inventar moda, fazer o que não presta. A criança deve trabalhar cedo”. E pior afogados hoje no trabalho. No nordeste quase 60% desses pequenos trabalhadores são analfabetos e entre eles a taxa de evasão escolar chega a 24%. No sul do país o cenário não é muito diferente. Trabalhando em lavouras domésticas ou na monocultura, as crianças interrompem seus estudos na época da colheita, demonstrando que estar inscrito numa escola primária, não significa poder frequenta-la plenamente. Assim, o trabalho, como forma de complementação salarial para as famílias pobres ou miseráveis, sempre foi priorizado em detrimento da formação escolar.
4- Crianças foram transformadas em pequenas e precoces máquinas de trabalho no inicio do século XIX cite um exemplo:
Dos escravos desembarcados no mercado do Valongo, no Rio de Janeiro, 4% eram crianças, destas, apenas um terço sobrevivia até os 10 anos. A partir dos quatro anos, muitas delas já trabalhavam com os pais ou sozinhas, pois perder-se de seus genitores era coisa comum. Aos doze anos o valor de mercado dessas crianças já tinha dobrado. E por quê? Pois se considerava que seu adestramento já estava concluído e nas listas dos inventários já apareciam com sua designação estabelecida: Chico “ roça”, João “pastor”, Ana “mucama”.
5- Como foi no inicio do século com a explosão do crescimento urbano em cidades como São Paulo, e como a rua se tornou um meio de vida?
Com o crescimento urbano em cidades como São Paulo, jovens, dejetos do que fora o fim do escravismo. Encheram as ruas. Passaram a ser denominados “vagabundos”. Os primeiros “vagabundos” conhecidos eram recrutados pelos portos de Portugal, para trabalhar como intermediários entre os jesuítas e as crianças indígenas ou como grumetes nas embarcações que cruzavam o atlântico. No século XVIII, crianças vindas de lares mantidos por mulheres livres e forras, perambulavam pelas ruas vivendo de expedientes muitas vezes escusos,e de esmolas. As primeiras estatísticas elaboradas em 1900 já revelam que esses filhos da rua, então chamados de “pivetes” eram responsáveis por furtos, vadiagem e ferimentos, tendo na malícia e na esperteza as principais armas de sua sobrevivência. Hoje, quando interrogados pelo serviço social do Estado, dizem com suas palavras o que já sabemos desde o início do século: a rua é um meio de vida!
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